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Grupo que agrediu pastores da Universal em Angola admite fraude

O grupo formado por ex-pastores angolanos expulsos da Igreja Universal admitiu ter forjado o documento que atestava o afastamento da direção brasileira da instituição no país africano. As informações são do portal angolano Minuto ao Minuto.

Em nota, os membros da intitulada Comissão de Reforma da Igreja Universal em Angola revelam que o escritório de advogados contratado por ela “praticou irregularidades na tramitação do processo de certificação”.

Usando o logo da igreja, o grupo já mandou cartas com as quais buscavam o poder para representar a igreja junto às instituições públicas e privadas de Angola.

Em junho, pastores da Universal sofreram ataques xenófobos de ex-integrantes expulsos da Igreja. Eles invadiram igrejas e expulsaram e agrediram pastores, seus familiares e funcionários. Desde então, os brasileiros que foram vítimas dos ataques alegavam que a ata da reunião havia sido forjada pelos rebeldes.

Entre os possíveis crimes cometidos pelos dissidentes estariam associação criminosa,  invasão, agressões, crime de ameaça, difamação, calúnia, injuria, furto qualificado, roubo de objetos sagrados e usurpação de imóveis, quando se trata de apropriação de imóveis.

Fonte: R7, 29/ 09/ 2020