Conselho de Jetro

Compartilhe

Retornando à essência da adoração

Retornando à essência da adoraçãoComo é fácil passarmos da adoração para uma simples agitação em nossas vidas. Especialmente para o líder cristão, o perigo é o da perda da prática adoradora na vida pessoal e no ministério. A agitação pode nos levar exatamente a isto. Tornamo-nos profissionais da arte da adoração, sem a prática pessoal de um adorador. Na vida da igreja, viramos gerentes de culto, não levitas. Sem adoração legítima, nossa espiritualidade é enferma.(...) O desejo da adoração foi criado em nós, não como uma adição do que já éramos, mas como uma parte essencial da nossa natureza. Tudo o que fazemos, como cristãos, fazemos como atos de adoração. Rm 12:1 deixa claro que a adoração inclui todos os nossos atos como sacrifícios contínuos da adoração, por toda a nossa vida. Com a procedência do sacrifício de Cristo, é nosso dever e prazer que nos tornemos, por toda a nossa vida, sacrifício vivos, em resposta ao sacrifício eterno de Cristo por nós. Elias Dantas em Ninguém detém: Marcas espirituais de uma Igreja saudável.
 
Leia também: 
Não lidere sem orar  
Deus e o próximo são os fins
O Silêncio